Através da música, os
nossos alunos do 1º e 2º ciclo deram voz ao compromisso com a sustentabilidade.
Um trabalho colaborativo que promove valores como o respeito pelo ambiente, a
cidadania ativa e a preservação do planeta.
Agradecimentos aos
professores Luís Andrade, Ângelo Marques e Joaquim Carlos pelo seu apoio e
excelente criatividade!
Dia 24 de abril, as professoras de
educação especial Cecília, Céu e Sandrina, deslocaram-se à escola sede do
agrupamento, com um grupo de alunos, para que estes se familiarizem com as
instalações, mas também para surpreenderem outros colegas e professores, com um
presente especial: um alfinete-cravo elaborado em Goma Eva.
Simultaneamente, com voz afinada,
entoaram, em conjunto, a canção da liberdade “Uma Gaivota”.
A professora Cecília declamou uma
poesia da sua autoria sob o tema celebrado, que ocorreu há 50 anos.
No final, receberam um merecido
aplauso, pois os alunos experienciaram a dádiva de dar e receber.
No dia 24 de abril realizou-se mais uma atividade no
auditório da escola. A palestra foi organizada pelo Departamento de Ciências
Sociais e Humanas e pela biblioteca escolar, com o objetivo de assinalar o 25
de Abril de 1974.
O orador convidado foi António Vilarigues, do Conselho
Diretivo da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) e filho de
antigos presos políticos da ditadura do Estado Novo.
O Sr. Diretor do Agrupamento, prof. José Vaz, marcou presença
juntamente com a subdiretora, prof. Esperança Álvaro.
Participaram nesta atividade os alunos do ensino
secundário e os alunos do 9º ano de escolaridade, acompanhados pelos seus
professores.
Aqui ficam algumas fotografias da atividade:
Texto
e publicação: biblioteca escolar
Fotos: Aluno do curso profissional
Ouça, aqui, a canção “Tanto Mar”, da autoria de Chico Buarque de Hollanda, que celebra a Revolução do 25 de Abril.
A primeira
versão desta música foi lançada no dia 26 de agosto de 1975 e reflete a
expetativa e a alegria em relação à situação portuguesa por parte do cantor
brasileiro.
Em 1978, Chico
Buarque alterou alguns versos desta canção.
Nos passados dias três e quatro de outubro esteve connosco o cantor
lírico Paulo Lapa para, à semelhança do que aconteceu no ano anterior, desenvolver
sessões pedagógicas sobre ópera. Estas sessões estão incluídas no Projeto Ópera
no Património, desenvolvido pelo Município de Pinhel e abrangeram todos os
alunos do primeiro ciclo do Agrupamento de Escolas de Pinhel;
Para os alunos do primeiro ano de escolaridade as sessões tiveram como
objetivo dar-lhes a conhecer o que é a ópera de uma forma mais teórica, com
visionamento de alguns excertos de óperas e da demonstração da técnica vocal
por parte do próprio cantor.
Os restantes anos deram continuidade ao trabalho feito no ano passado,
tendo realizado atividades práticas, e de criação, com o objetivo de perceberem
que a ópera é a junção de música, teatro e representação, ou seja uma arte
multifacetada baseada na interpretação, no espaço e no movimento.
Mais uma vez foi uma atividade muito rica e que muito acrescentou aos
alunos do primeiro ciclo do nosso Agrupamento de Escolas.
No próximo sábado, dia 11 de maio, o nosso agrupamento vai participar na 30ª edição das Escolíadas Glicínias Plaza. O espetáculo está agendado para as 21:30 horas no pavilhão multiusos de Viseu.
O Agrupamento de Escolas de Pinhel é o único representante do distrito da Guarda e, por essa razão, vai competir no polo de Viseu com as seguintes escolas: Escola Profissional de Carvalhais, Escolas Secundária de Viriato e Agrupamento de Escolas de Tondela. Pertencem, ainda, ao mesmo polo as escolas de Moimenta da Beira, Mortágua e Santa Comba Dão.
Este projeto de música, dança, teatro, artes plásticas e cultura geral implica uma preparação muito meticulosa e um grande envolvimento dos alunos e dos docentes que voluntariamente abraçaram este projeto.
A equipa coordenadora do projeto agradece a todos os docentes que dispensaram os alunos para poderem participar nos ensaios. Pedimos desculpa por qualquer transtorno causado.
Os interessados podem assistir ao espetáculo do dia 11. Os bilhetes já se encontram no Agrupamento e custam 4 euros.
Segue o folheto produzido para o espetáculo com os alunos e docentes participantes no espetáculo.
Como habitualmente, decorreu no final do 2º
período integrado no Plano Anual de Atividades de Educação Musical, o Karaoke
dos alunos do 2º Ciclo.
Participaram na sessão final, doze alunos
selecionados nas aulas da disciplina. Várias músicas foram interpretadas e, no
final, o júri anunciou os vencedores:
1º lugar -Tomás Santos, 5ºB, com “Vem e
Brota Aqui na Base” de DGDoguinha
2º lugar – Guilherme
Damasceno, 6ºB, com “Espera” de Fernando Daniel.
Estes dois alunos foram agraciados com troféus
e medalhas alusivas ao momento, tendo os restantes conseguido medalhas de
participação.
No dia 1 de Março de 2010, comemorou-se o bicentenário do nascimento de Frédéric Chopin, compositor polaco que marcou indiscutivelmente o mundo da música.
A data foi celebrada com várias manifestações culturais em Varsóvia: a inauguração do Fryderyk Chopin Museum e uma maratona musical na qual se interpretaram, sem interrupção, as suas peças.
Mas quem foi Chopin? Quando viveu? Em que estética se enquadrou? A estas e outras questões pretendemos dar resposta ao escolhermos Chopin como autor do mês de
Março.
Frédéric Chopin nasceu em Zelazowa Wola, perto de Varsóvia, a um de Março de 1810 e morreu em Paris em 1849. Era filho de Nicolau Chopin, um francês emigrado na Polónia que casou com uma polaca da família Skarebk.
O compositor nasceu no seio de uma família ligada à música e a sua aptidão precoce para esta arte revelou-se de forma muito rápida nas primeiras aulas que recebeu da sua mãe, aos seis anos de idade.
O seu primeiro concerto público ocorreu quando ele tinha oito anos. Na mesma época viu publicada sua primeira obra, uma polonaise. Prosseguiu conciliando os seus estudos no Liceu de Varsóvia com as aulas de piano.
Em 1825, apresentou-se ao czar Alexandre I. No ano seguinte, ingressou no Conservatório de Varsóvia, onde iniciou os seus estudos com o compositor Joseph Elsner.
Em 1830, dias antes de eclodir a Revolução Polaca contra a ocupação russa, Chopin resolveu deixar Varsóvia e partir para Viena, que vivia sob o regime autoritário de Metternich. Em Julho do ano seguinte, Chopin seguiu para Paris, onde logo se integrou na elite local, passando a ser requisitado como concertista e como professor. Nessa época conheceu músicos consagrados, como Rossini e Cherubini, e outros da sua geração, como Mendelssohn, Berlioz, Franz Lizst e Schumann.
Chopin era um compositor romântico, como tal as suas composições eram marcadas pela melancolia.
Em 1838 Chopin uniu-se à controversa escritora Aurore Dupin, que usava o pseudónimo masculino de George Sand. O casal resolveu passar um tempo em Maiorca, mas o clima húmido da ilha piorou o estado de saúde do compositor que sofria de tuberculose. Em 1839, os dois voltaram para a França e em 1847 romperam definitivamente o relacionamento.
No dia 17 de Outubro de 1849, Frederic Chopin faleceu, aos 39 anos. Foi sepultado no cemitério de Père Lachaise, em Paris. O seu coração foi colocado dentro de um dos pilares da igreja de Santa Cruz, em Varsóvia, conforme o seu pedido.
Chopin dedicou toda sua obra ao piano, com excepção de apenas algumas peças. Várias das suas obras têm influência do folclore polaco, como é o caso das mazurcas e das polonaises.
Para saber mais sobre Chopin e sobre o Romantismo podes consultar os sites: