terça-feira, 31 de março de 2026
Jornal "O Teimoso", n.º 35, março de 2026
sexta-feira, 27 de março de 2026
quinta-feira, 26 de março de 2026
Os alunos do 5.º ano prepararam a exposição “Criar e imaginar com a arte do Côa”
Os alunos do 5.º ano do Agrupamento de
Escolas de Pinhel desenvolveram um projeto artístico e interdisciplinar que
culminou na exposição “Criar e Imaginar com a Arte do Côa”, realizada em
articulação com o Projeto “Synergia Criativa”, promovido pela artista Cristina
Maya Caetano e que reúne criadores de vários países.
O trabalho realizado pelos alunos integrou-se
na articulação curricular de várias disciplinas no âmbito dos Domínios de
Autonomia Curricular (DAC). Participaram as disciplinas de Oferta Complementar
(OC5), Educação Visual, TIC, História e Geografia de Portugal, Ciências
Naturais, Educação Tecnológica, contando ainda com o apoio da Biblioteca
Escolar.
A iniciativa pretendeu estabelecer um diálogo
entre a arte rupestre do Vale do Côa e as expressões artísticas contemporâneas,
através da colaboração com o projeto Synergia Criativa. A preparação da
exposição baseou-se num trabalho desenvolvido em sala de aula e acompanhado
particularmente em Educação Visual pelos professores Luís Matos e Maria Martins.
Após o estudo da arte rupestre e do modo de
vida das comunidades pré-históricas do Vale do Côa — explorado nas aulas e
aprofundado através de uma visita ao Museu do Côa — os alunos selecionaram uma
gravura pré‑histórica previamente trabalhada em OC5 e presente nos livros da
Biblioteca Escolar. A partir dessa imagem, recriaram artisticamente a figura,
experimentando diferentes técnicas de desenho e pintura.
Os trabalhos encontram-se expostos na galeria
de exposições, localizada junto do auditório. O carácter interdisciplinar do
projeto evidencia o contributo das várias áreas do saber: HGP, Ciências
Naturais e Educação Tecnológica permitiram compreender os modos de vida
pré-históricos, a relação entre o ser humano e o ambiente e a importância da
arte rupestre como expressão cultural milenar.
A exposição celebra não apenas o percurso
criativo dos alunos, mas também a valorização do património artístico e
cultural da região, promovendo um diálogo enriquecedor entre o passado
pré-histórico e a criação contemporânea.
Este projeto articula-se também com a participação
do Agrupamento no Plano Nacional das Artes, cujo objetivo central é valorizar o
património cultural local e integrar práticas artísticas na formação dos alunos.
Texto, fotos, edição e publicação: biblioteca escolar
Oficina de Olaria: a opinião dos alunos do 5º B
A olaria
é uma arte ancestral que remonta ao período da pré-história, passando de geração
em geração, fazendo parte, ainda hoje, do artesanato português.
A palavra
olaria tem origem no latim “olla” que significa panela ou pote de barro, referindo-se
ao local onde são fabricados os objetos de cerâmica.
Na nossa
opinião, a Oficina de Olaria dinamizada pela artista Raquel Caramelo, na sala de
Ciência Viva, na nossa escola, foi uma experiência nova, interessante,
relaxante, criativa e artística.
Por um
lado, a atividade foi interessante porque descobrimos uma nova matéria-prima -
o barro - que é uma mistura natural de terra, água, alumina e sílica usada para
moldar peças com técnicas manuais.
Por outro
lado, foi relaxante e criativa, pois sentimo-nos calmos e livres ao mexer nas bolas
de barro até lhe darmos uma forma de vaso ou de pote pequeno e, ao mesmo tempo,
demos asas à nossa imaginação para decorar e personalizar a nossa peça. E, claro,
estamos curiosos para vermos as peças acabadas depois de cozidas numa mufla.
Concluindo,
esta oficina foi enriquecedora, única, produtiva e inspiradora. Assim, recomendamos
esta atividade a todos os colegas.
Deixamos
uma palavra de agradecimento à artista Raquel Caramelo e aos professores Manuel
Perestrelo e Cristina Ferreira.
Trabalho
de Português (5.º B): Irina Albuquerque,
João Miller, Matias Silva, Martim Coelho e Samuel Marques.


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