quinta-feira, 26 de março de 2026

Os alunos do 5.º ano prepararam a exposição “Criar e imaginar com a arte do Côa”

Os alunos do 5.º ano do Agrupamento de Escolas de Pinhel desenvolveram um projeto artístico e interdisciplinar que culminou na exposição “Criar e Imaginar com a Arte do Côa”, realizada em articulação com o Projeto “Synergia Criativa”, promovido pela artista Cristina Maya Caetano e que reúne criadores de vários países.

O trabalho realizado pelos alunos integrou-se na articulação curricular de várias disciplinas no âmbito dos Domínios de Autonomia Curricular (DAC). Participaram as disciplinas de Oferta Complementar (OC5), Educação Visual, TIC, História e Geografia de Portugal, Ciências Naturais, Educação Tecnológica, contando ainda com o apoio da Biblioteca Escolar.

A iniciativa pretendeu estabelecer um diálogo entre a arte rupestre do Vale do Côa e as expressões artísticas contemporâneas, através da colaboração com o projeto Synergia Criativa. A preparação da exposição baseou-se num trabalho desenvolvido em sala de aula e acompanhado particularmente em Educação Visual pelos professores Luís Matos e Maria Martins.

Após o estudo da arte rupestre e do modo de vida das comunidades pré-históricas do Vale do Côa — explorado nas aulas e aprofundado através de uma visita ao Museu do Côa — os alunos selecionaram uma gravura pré‑histórica previamente trabalhada em OC5 e presente nos livros da Biblioteca Escolar. A partir dessa imagem, recriaram artisticamente a figura, experimentando diferentes técnicas de desenho e pintura.

Os trabalhos encontram-se expostos na galeria de exposições, localizada junto do auditório. O carácter interdisciplinar do projeto evidencia o contributo das várias áreas do saber: HGP, Ciências Naturais e Educação Tecnológica permitiram compreender os modos de vida pré-históricos, a relação entre o ser humano e o ambiente e a importância da arte rupestre como expressão cultural milenar.

A exposição celebra não apenas o percurso criativo dos alunos, mas também a valorização do património artístico e cultural da região, promovendo um diálogo enriquecedor entre o passado pré-histórico e a criação contemporânea.

Este projeto articula-se também com a participação do Agrupamento no Plano Nacional das Artes, cujo objetivo central é valorizar o património cultural local e integrar práticas artísticas na formação dos alunos.


Texto, fotos, edição e publicação: biblioteca escolar

Histórias Encantadas

Edição e publicação: biblioteca escolar

Oficina de Olaria: a opinião dos alunos do 5º B

A olaria é uma arte ancestral que remonta ao período da pré-história, passando de geração em geração, fazendo parte, ainda hoje, do artesanato português.

A palavra olaria tem origem no latim “olla” que significa panela ou pote de barro, referindo-se ao local onde são fabricados os objetos de cerâmica.

Na nossa opinião, a Oficina de Olaria dinamizada pela artista Raquel Caramelo, na sala de Ciência Viva, na nossa escola, foi uma experiência nova, interessante, relaxante, criativa e artística.

Por um lado, a atividade foi interessante porque descobrimos uma nova matéria-prima - o barro - que é uma mistura natural de terra, água, alumina e sílica usada para moldar peças com técnicas manuais.

Por outro lado, foi relaxante e criativa, pois sentimo-nos calmos e livres ao mexer nas bolas de barro até lhe darmos uma forma de vaso ou de pote pequeno e, ao mesmo tempo, demos asas à nossa imaginação para decorar e personalizar a nossa peça. E, claro, estamos curiosos para vermos as peças acabadas depois de cozidas numa mufla.

Concluindo, esta oficina foi enriquecedora, única, produtiva e inspiradora. Assim, recomendamos esta atividade a todos os colegas.

Deixamos uma palavra de agradecimento à artista Raquel Caramelo e aos professores Manuel Perestrelo e Cristina Ferreira.

Trabalho de Português (5.º B):  Irina Albuquerque, João Miller, Matias Silva, Martim Coelho e Samuel Marques.   

Edição e publicação: biblioteca escolar