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domingo, 29 de junho de 2025

A Mobilidade Final do Projeto ERIS_IE

Entre os dias 12 e 13 de junho, o grupo de alunos e professores da Escola Hermenegildo Martín Borro deslocou-se a Pinhel para a última mobilidade do projeto europeu ERIS_IE. Esta etapa final simbolizou mais do que uma simples viagem — foi o culminar de um processo de crescimento partilhado, onde a educação, a colaboração e o diálogo intercultural foram protagonistas.

Durante a estadia, os participantes integraram um programa que incluiu visitas guiadas ao centro histórico de Pinhel e Cidadelhe, bem como visões práticas em 2 empresas locais: Paniunião e Mel do Abel. O desenvolvimento de competências digitais, inovação no ensino com uma visão sobre o empreendorismo, onde alunos e professores de Portugal e Espanha trabalharam em conjunto para explorar soluções criativas para desafios comuns.

Os nossos alunos não só melhoraram a sua fluência linguística e autonomia, como também desenvolveram uma consciência crítica sobre a diversidade e o papel da educação na construção de uma Europa mais justa e coesa. Partilharam experiências, riram, colaboraram  e acolheram a riqueza cultural como parte de uma mesma sala de aula.

Para os docentes, a mobilidade foi um espaço privilegiado de desenvolvimento profissional, onde o confronto com outras realidades educativas trouxe inspiração, reflexão e novos instrumentos pedagógicos que irão enriquecer a nossa prática em sala de aula.

O impacto desta mobilidade vai muito além dos dias vividos em Pinhel e Cebreros: deixou sementes que agora germinam em projetos, ideias e atitudes que moldam a forma como aprendemos e ensinamos. Esta experiência reafirma a importância destes projetos  como motores de transformação, abrindo a escola ao mundo e o mundo à escola.

Obrigado a todos os que tornaram esta viagem possível — equipa organizadora, escola, famílias, alunos, professores envolvidos e Município.

Seguimos juntos, com passos firmes, rumo a uma educação mais humana, colaborativa e europeia.

Texto e fotos: prof. Anabela Cunha

Publicação: biblioteca escolar

domingo, 12 de maio de 2019

VISITA DE ESTUDO À CASA DA CULTURA

Os alunos do 5ºano do Agrupamento de Escolas de Pinhel realizaram uma visita de estudo à Casa da Cultura e Centro Histórico de Pinhel, no dia 2 de maio.
A visita integrou-se nas atividades do Plano Anual da Disciplina de História e Geografia de Portugal. Acompanharam os alunos, os professores Beatriz Santos, Carminda Monteiro, Cristina Ferreira, Filomena Segura e José Manuel Martins. À chegada, foram divididos em dois grupos, guiados pela Dra Armanda Morgado e pelo Dr. Laurindo Monteiro. Na Casa da Cultura conheceram o grande espólio ligado à História do concelho de Pinhel e a exposição de pintura permanente, do autodidata José Manuel Soares, ligada à História de Portugal.
No Centro Histórico apreciaram o “novo” pelourinho e a estrutura da muralha da Vila Medieval com as suas seis portas. Caminharam por alguns troços da muralha, agora toda ligada e com gradeamento e ouviram falar de outros povos e reis de Portugal, que por aqui passaram ou foram ajudados pelos pinhelenses.
Agradecemos ao Município a oportunidade que nos deu para a realização desta visita e a excelente colaboração do pessoal técnico e dos professores acompanhantes.
O Grupo 200

quarta-feira, 13 de março de 2019

Dia do Pai - 19 de março

Para assinalar a importância do Dia do Pai, os meninos e as meninas do Jardim-de-Infância de Pinhel gravaram, com o professor Ângelo, uma bela canção dedicada a todos os pais….



quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Festa do Caloiro - Jardim de Infância de Pinhel

No dia 25 de outubro, no Jardim de Infância, Branca de Neve em Pinhel, realizou-se a já tradicional, “Festa do Caloiro". Previamente houve um encontro entre as crianças de 5 anos (Turma A) para escolherem os seus "afilhados" na sala dos 3 anos (Turma B). Depois deste procedimento trocaram-se afectos e realizou-se uma dança. Os caloiros deram uma ficha aos padrinhos para em articulação ser trabalhada. Sublinhou-se que durante este ano letivo, os padrinhos vão auxiliá-los, protegê-los e incentivá-los no que estiver ao seu alcance.
  Este dia festivo foi circundado de ternura e de troca de pequenas recordações e de algumas guloseimas, que foram preparadas antecipadamente. A poesia e a música, acompanhada à guitarra com o professor Ângelo, também estiveram presentes. As crianças, a educadora e assistente operacional da turma C, também foram convidadas. Pairava no ar muita alegria e animação. Este convívio entre a comunidade escolar, deste jardim-de-infância, para além de ajudar a ambientar os caloiros, é orientado por valores como a integração, a amizade e a solidariedade.  
Fica o registo fotográfico de alguns momentos deste evento.
As educadoras de Infância, Irene Santos e Ivone Gil (de apoio: Noémia Marques e Antónia Valente)

 



segunda-feira, 29 de maio de 2017

Cortejo Medieval - 2 de junho de 2017

Sexta-feira, 2 de junho

14h00 – Abertura do Mercado

14h30 – Cortejo Medieval, com a participação dos alunos, professores e funcionários do Agrupamento de escolas de Pinhel (ruas e vielas da Cidade e final no Castelo)

– Boas vindas (Castelo)

...
- See more at: http://cm-pinhel.pt/agenda-cultural/feira-medieval-cidade-do-falcao/#sthash.I4rQhutZ.dpuf


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O dia 23 de Novembro é o Dia da Floresta Autóctone

Foto do sítio "Flora Bética", AQUI.

Autóctone significa indígena, ou seja, natural da própria região. Uma floresta autóctone é, assim, um espaço com árvores originárias do próprio território.

O livro Colapso: Ascensão e Queda das Sociedades Humanas, de Jared Diamond (Lisboa: Gradiva, 2008) mostra-nos como algumas sociedades do passado se autodestruíram despois de destruírem as suas florestas originais.

Infelizmente, como mostra o autor, esse fenómeno continua a acontecer no mundo contemporâneo. O capítulo 11 (pág. 392-421), intitulado “uma ilha, dois povos, duas histórias: a República Dominicana e o Haiti”, é, a todos os títulos, sugestivo pois mostra como numa mesma ilha das Caraíbas a floresta marca a linha entre a pobreza extrema e a sustentabilidade. No Portal da Rede de Bibliotecas de Pinhel está disponível um texto sobre o livro Colapso… (CLIQUE AQUI).

Na Escola Secundária/3 de Pinhel serão plantados quatro carvalhos nativos das beiras (Quercus pyrenaica) e uma sementeira de Zelha (Acer monspessulanum) natural da Península Ibérica e que na região só se encontra no Bogalhal Velho.

Outros recursos disponíveis:

- Portal da Rede de Bibliotecas de Pinhel (CLIQUE AQUI).

- Blog do Agrupamento de Escolas de Pinhel (CLIQUE AQUI).

terça-feira, 3 de maio de 2011

Corrida da Harmonia

Hoje, dia 3 de Maio, a comunidade educativa de Pinhel participou na Corrida Mundial da Harmonia. Correram pela cidade os alunos do Jardim-de-infância, do 1.º, 2.º e 3.º ciclo e do ensino secundário.




Mais fotografias desta actividade estão disponíveis no Portal da Rede de Bibliotecas de Pinhel. As fotos podem ser vistas AQUI.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

José Saramago - Autor do Mês de Setembro nas bibliotecas de Pinhel


José Saramago na Escola Secundária/3 de Pinhel no dia 27 de Outubro de 2003


Algumas obras de José Saramago adquiridas recentemente pela Biblioteca da Escola Secundária/3 de Pinhel, com apoio da F. C. Gulbenkian (ver lista completa na plataforma moodle - http://moodle.aepinhel.org/:




Pode, ainda, consultar neste blogue o marcador "Saramago" ou clique aqui.


Excerto do livro Viagem a Portugal de José Saramago:

Foi dito que entre Pinhel e Cidadelhe são vinte e cinco quilóme­tros. Juntem-se-lhes mais quarenta entre Guarda e Pinhel. Dá para con­versar muito e é sabido que ninguém conversa mais do que duas pes­soas que, mal se conhecendo, têm de viajar juntas. Às tantas já se trocam confidências, já se confiam vidas para além do que é geralmente con­tado, e então se descobre como é fácil entenderem-se pessoas no sim­ples acto de falar, quando não se quer que no espírito do outro fiquem suspeitas de pouca sinceridade, insuportáveis quando se vai de compa­nhia. O viajante ficou amigo do chefe de mesa, ouviu e falou, pergun­tou e respondeu, fizeram ambos uma excelente viagem. Em Pêra do Moço há um dólmen, e Guerra, sabendo ao que anda o viajante, apontou-o. Mas este dólmen não é dos que o viajante aprecia, não tem segre­dos nem mistério, está ali à beira da estrada, no meio do campo culti­vado, nem lá se chega nem apetece. Dólmenes tem visto, porém nem já deles fala, para não confundir nas suas recordações aquela mamoa da Queimada onde ouviu bater um coração. Então julgou que era o seu próprio. Hoje, a tão grande distância e tantos dias passados, não tem a certeza.
Já Pinhel ficou para trás, agora as estradas são caminhos de mal andar, e depois do Azevo o que se vê é um grande deserto de montes, com terras tratadas onde foi possível. Há searas, breves, as de mais imenso verde são de centeio, as outras de trigo. E nas terras baixas cultiva-se a batata, o geral legume. Pratica-se uma economia de subsis­tência, come-se do que se semeia e planta.

Excerto do livro Viagem a Portugal, de José SARAMAGO. Lisboa. Caminho. 15.ª edição, 1998 (excerto, p. 161-162).

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Aconteceu no dia 8 de Outubro de 1998…

Há dez anos José Saramago recebeu o Prémio Nobel da Literatura. Foi a primeira vez que um português recebeu tal distinção.
Em Outubro de 2003, José Saramago regressou a Cidadelhe e visitou a nossa escola:


Aqui fica um excerto da sua obra “Viagem a Portugal” sobre Pinhel e Cidadelhe:


“Já Pinhel ficou para trás, agora as estradas são caminhos de mal andar, e depois do Azevo o que se vê é um grande deserto de montes, com terras tratadas onde foi possível. Há searas, breves, as de mais imenso verde são de centeio, as outras de trigo. E nas terras baixas cultiva-se a batata, o geral legume. Pratica-se uma economia de subsis­tência, come-se do que se semeia e planta.
Cidadelhe, calcanhar do mundo. Eis a aldeia, quase na ponta de um bico rochoso entalado entre os dois rios. O viajante pára o automó­vel, sai com o seu companheiro. Em dois minutos juntou-se meia dúzia de crianças, e o viajante descobre, surpreendido, que todas são lindas, uma humanidade pequena de rosto redondo, que é maravilha ver.”

In José SARAMAGO, Viagem a Portugal. Lisboa, Caminho, 17ª edição, 1998.