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segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Dia da Floresta Autóctone - 23 de novembro

A biblioteca da Escola Secundária recebeu os alunos do Curso de Proteção Civil, acompanhados pela docente Catarina Flor. Neste Dia da Floresta Autóctone os alunos estão a distribuir plantas autóctones aos professores e aos alunos do nosso Agrupamento (castanheiros, medronheiros, entre outras plantas). 


Neste blog do Agrupamento pode consultar mais informação sobre a "Floresta Autóctone", clicando na seguinte ligação (ou clique na imagem): https://secundaria-pinhel.blogspot.com/search?q=aut%C3%B3ctone

 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Dia da Floresta Autóctone – 23 de novembro

Esta efeméride é celebrada na Península Ibérica, em complemento do Dia Mundial da Floresta que se comemora a 21 de março, data pouco adequada à plantação de espécies autóctones nos países do sul da Europa.
Como dia 23 de novembro vai ser domingo, na nossa Escola o dia foi simbolicamente comemorado por alguns alunos do Curso Profissional de Jardinagem (do Curso Vocacional - ARCITIC e do 8.º ano) nesta semana. Plantámos árvores, no jardim das Escolas e num jardim publico em colaboração com o Município de Pinhel; recebemos na Escola Técnicos da Reserva Natural da Faia Brava que fizeram uma sessão teórica e um workshop com os alunos do 8.º ano e do Curso Vocacional e organizaram-se exposições.
O que é uma espécie autóctone?
O termo autóctone é sinónimo de nativo ou indígena, isto é, diz respeito a seres vivos originários do próprio território onde habitam.

Qual a importância das florestas autóctones?

É hoje reconhecido o papel fundamental que as florestas têm na conservação do solo, na regulação do clima e do ciclo hidrológico, enquanto suporte de biodiversidade, sumidouro de dióxido de carbono e na produção de matérias-primas fundamentais à nossa vida quotidiana.
Em Portugal, grande parte da floresta natural desapareceu ou está muito alterada, sendo já raras algumas das nossas árvores autóctones. As espécies autóctones estão mais adaptadas às condições edáfico-climáticas do território, sendo mais resistentes a pragas, doenças e a períodos longos de estio e chuvas intensas, em comparação com as espécies introduzidas. A importância da preservação das florestas autóctones, devido, ao seu papel conservacionista, à manutenção da fertilidade do espaço rural, manutenção do equilíbrio biológico das paisagens e da diversidade dos recursos genéticos, é reconhecida por diversa legislação nacional e comunitária. O Quercus suber (sobreiro) e o Quercus rotundifolia (azinheira), que representam no seu conjunto, aproximadamente, cerca de 37% da área florestal portuguesa, são protegidas por lei. Sem a devida proteção legal, não se conseguirá travar o desaparecimento desta importante e singular floresta autóctone - os carvalhais portugueses.

Algumas espécies autóctones portuguesas:
- CARVALHO PORTUGUÊS (Quercus faginea);
- AZEVINHO (Ilex aquifolium);
- FREIXO (Fraxinus angustifolia);
- SOBREIRO (Quercus suber);
- AMIEIRO (Alnus glutinosa);
- AZINHEIRA (Quercus rotundifolia);
- PINHEIRO MANSO (Pinus pinea);
- LOUREIRO (Laurus nobilis);
- MEDRONHEIRO (Arbutus unedo).
Desta lista, só o amieiro, por ter o seu habitat nas margens dos cursos de água, não existe no jardim das Escolas de Pinhel.

Através da Resolução n.º 15/2012, aprovada por unanimidade no dia 22 de Dezembro de 2011, a Assembleia da República, classificou o Sobreiro – Quercus suber, como a árvore nacional de Portugal.
“É também símbolo da Alemanha, Estónia e Estados Unidos da América
(sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=36970)

 A Árvore e a Poesia


Oração à Árvore ***
Tu que passas e ergues para mim o teu braço,
Antes que me faças mal, olha-me bem.
Eu sou o calor do teu lar nas noites frias de Inverno.
Eu sou a sombra amiga que tu encontras
Quando caminhas sob o sol de Agosto,
E os meus frutos são a frescura apetitosa
Que te sacia a sede nos caminhos.
Eu sou a trave amiga da tua casa, sou a tábua da tua mesa,
A cama em que tu descansas e o lenho do teu barco.
Eu sou o cabo da tua enxada, a porta da tua morada,
A madeira do teu berço e o conchego do teu caixão.
Eu sou o pão da bondade e a flor da beleza.
Tu que passas, olha-me bem e ... não me faças mal”.
*** Albano Q. Mira Saraiva (1913) in Castanea uma dádiva dos deuses de Jorge Lage

Professor Gastão Antunes


Alguns exemplos de trabalhos elaborados e expostos pelos alunos do Curso Vocacional





quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O dia 23 de Novembro é o Dia da Floresta Autóctone

Foto do sítio "Flora Bética", AQUI.

Autóctone significa indígena, ou seja, natural da própria região. Uma floresta autóctone é, assim, um espaço com árvores originárias do próprio território.

O livro Colapso: Ascensão e Queda das Sociedades Humanas, de Jared Diamond (Lisboa: Gradiva, 2008) mostra-nos como algumas sociedades do passado se autodestruíram despois de destruírem as suas florestas originais.

Infelizmente, como mostra o autor, esse fenómeno continua a acontecer no mundo contemporâneo. O capítulo 11 (pág. 392-421), intitulado “uma ilha, dois povos, duas histórias: a República Dominicana e o Haiti”, é, a todos os títulos, sugestivo pois mostra como numa mesma ilha das Caraíbas a floresta marca a linha entre a pobreza extrema e a sustentabilidade. No Portal da Rede de Bibliotecas de Pinhel está disponível um texto sobre o livro Colapso… (CLIQUE AQUI).

Na Escola Secundária/3 de Pinhel serão plantados quatro carvalhos nativos das beiras (Quercus pyrenaica) e uma sementeira de Zelha (Acer monspessulanum) natural da Península Ibérica e que na região só se encontra no Bogalhal Velho.

Outros recursos disponíveis:

- Portal da Rede de Bibliotecas de Pinhel (CLIQUE AQUI).

- Blog do Agrupamento de Escolas de Pinhel (CLIQUE AQUI).

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Dia da Floresta Autóctone: 23 de Novembro

Comemoração do Dia da Floresta Autóctone


Os alunos do Agrupamento de Escolas de Pinhel, com a colaboração do Município de Pinhel, comemoraram o Dia da Floresta Autóctone. Pelas 10,30, na Escola Sede, Escola Secundária C/3 CEB, procedeu-se à plantação de algumas espécies autóctones de Portugal, Azereiro (Prunus lusitanica), Medronheiro (Arbutus unedo) e sementeira de bolotas de Azinheira (Quercus rotundifólia). Estas são plantas típicas do ecossistema português, daí chamarem-se autóctones, estando por isso perfeitamente adaptadas às condições edáfico-climáticas (solo e clima) da nossa região.

Das três espécies citadas o Azereiro é o mais raro, estando hoje confinado a algumas áreas protegidas do Cento e Norte do País. Tanto quanto sabemos, este exemplar, se vingar, será o único no Concelho de Pinhel, enriquecendo assim a colecção de árvores do arboreto da Escola Secundária. Pelo atrás referido juntamos, para a posteridade, uma fotografia do citado espécime.

Prof. Gastão Antunes

Durante a semana de 22 a 28 de Novembro está em curso a Semana da Reflorestação Nacional, iniciativa proposta pelo Movimento Plantar Portugal (www.plantarportugal.org/), no âmbito também do Dia da Floresta Autóctone. A Câmara de Pinhel associou-se à Escola Secundária durante o dia 23 na plantação das árvores referidas. Para além disso, todos os Jardins-de-Infância e Escolas do 1.º Ciclo receberam uma árvore, espécie autóctone, a fim de a poderem plantar, assinalar este dia e aprender a cuidar! No Parque Florestal da Trincheira e em gesto simbólico durante a tarde, procedeu-se à plantação de uma Ginkgo biloba e de uma cerejeira brava.
Associada a esta iniciativa os estabelecimentos de ensino receberam também material informativo e de divulgação (um cartaz, um autocolante para o rolhinhas e um marcador de livro) sobre o Projecto Green Cork – Reciclagem de Rolhas de Cortiça, no intuito de os convidar a aderir, juntando as rolhas de cortiça que posteriormente serão recolhidas e encaminhadas para a QUERCUS.
Ainda no âmbito desta semana da reflorestação nacional, a Câmara de Pinhel lança o desafio de no Sábado, dia 27, em vez de florestar, limpar os nossos espaços naturais. Vai haver recolha de lixo na zona designada por Marechal. O ponto de encontro será às 9.00 horas em frente à Parada Coronel Lima Veiga e todos os voluntários serão bem-vindos.

Gabinete de Espaços Verdes e Ambiente do Município de Pinhel

Alguns recursos (livros e CDs) existentes na Biblioteca da Escola Secundária/3 de Pinhel:


Atlas de Plantas Medicinais e Curativas / José Romagosa. - Setúbal: Marina Editora, 2000
61 ROM ATL (ES3) – 1382

Atlas de fauna : do Vale do Côa / Ricardo Tomé e Paulo Catry; prefácio e revisão de Vitorino Nemésio; verificação do texto e notas por António C. Lucas. - Pinhel: Município de Pinhel, 2008
59 TOM ATL (ES3) - 6264
59 TOM ATL (ES3) – 6265

Percursos Naturais - [s.l.]: Forum Multimédia, [s.d.]. - cd
764 PER (ES3) - 5226

Percursos Naturais. - [s.l.]: Forum Multimédia, [s.d.]. - cd
764 PER (ES3) - 5227

Guia de percursos da Serra do Açor e Vale do Ceira / Fernando Romão e Paulo Barreiros. - Coimbra : Quercus, 1999. - 213 p. - (Cadernos Quercus série D ; 3)
908 ROM GUI (ES3) – 6366

Enciclopédia Visual: As Árvores / Justin Hardy . - Lisboa : Costa do Castelo Filmes, 1997. - 40 m
5 HAR ENC (ES3) – 5072

Atlas das Ciências: plantas medicinais e curativas. - [s.l.] : Marina Editores, 2000. - cd
764 ATL (ES3) – 5354