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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Dia da Floresta Autóctone: 23 de Novembro

Comemoração do Dia da Floresta Autóctone


Os alunos do Agrupamento de Escolas de Pinhel, com a colaboração do Município de Pinhel, comemoraram o Dia da Floresta Autóctone. Pelas 10,30, na Escola Sede, Escola Secundária C/3 CEB, procedeu-se à plantação de algumas espécies autóctones de Portugal, Azereiro (Prunus lusitanica), Medronheiro (Arbutus unedo) e sementeira de bolotas de Azinheira (Quercus rotundifólia). Estas são plantas típicas do ecossistema português, daí chamarem-se autóctones, estando por isso perfeitamente adaptadas às condições edáfico-climáticas (solo e clima) da nossa região.

Das três espécies citadas o Azereiro é o mais raro, estando hoje confinado a algumas áreas protegidas do Cento e Norte do País. Tanto quanto sabemos, este exemplar, se vingar, será o único no Concelho de Pinhel, enriquecendo assim a colecção de árvores do arboreto da Escola Secundária. Pelo atrás referido juntamos, para a posteridade, uma fotografia do citado espécime.

Prof. Gastão Antunes

Durante a semana de 22 a 28 de Novembro está em curso a Semana da Reflorestação Nacional, iniciativa proposta pelo Movimento Plantar Portugal (www.plantarportugal.org/), no âmbito também do Dia da Floresta Autóctone. A Câmara de Pinhel associou-se à Escola Secundária durante o dia 23 na plantação das árvores referidas. Para além disso, todos os Jardins-de-Infância e Escolas do 1.º Ciclo receberam uma árvore, espécie autóctone, a fim de a poderem plantar, assinalar este dia e aprender a cuidar! No Parque Florestal da Trincheira e em gesto simbólico durante a tarde, procedeu-se à plantação de uma Ginkgo biloba e de uma cerejeira brava.
Associada a esta iniciativa os estabelecimentos de ensino receberam também material informativo e de divulgação (um cartaz, um autocolante para o rolhinhas e um marcador de livro) sobre o Projecto Green Cork – Reciclagem de Rolhas de Cortiça, no intuito de os convidar a aderir, juntando as rolhas de cortiça que posteriormente serão recolhidas e encaminhadas para a QUERCUS.
Ainda no âmbito desta semana da reflorestação nacional, a Câmara de Pinhel lança o desafio de no Sábado, dia 27, em vez de florestar, limpar os nossos espaços naturais. Vai haver recolha de lixo na zona designada por Marechal. O ponto de encontro será às 9.00 horas em frente à Parada Coronel Lima Veiga e todos os voluntários serão bem-vindos.

Gabinete de Espaços Verdes e Ambiente do Município de Pinhel

Alguns recursos (livros e CDs) existentes na Biblioteca da Escola Secundária/3 de Pinhel:


Atlas de Plantas Medicinais e Curativas / José Romagosa. - Setúbal: Marina Editora, 2000
61 ROM ATL (ES3) – 1382

Atlas de fauna : do Vale do Côa / Ricardo Tomé e Paulo Catry; prefácio e revisão de Vitorino Nemésio; verificação do texto e notas por António C. Lucas. - Pinhel: Município de Pinhel, 2008
59 TOM ATL (ES3) - 6264
59 TOM ATL (ES3) – 6265

Percursos Naturais - [s.l.]: Forum Multimédia, [s.d.]. - cd
764 PER (ES3) - 5226

Percursos Naturais. - [s.l.]: Forum Multimédia, [s.d.]. - cd
764 PER (ES3) - 5227

Guia de percursos da Serra do Açor e Vale do Ceira / Fernando Romão e Paulo Barreiros. - Coimbra : Quercus, 1999. - 213 p. - (Cadernos Quercus série D ; 3)
908 ROM GUI (ES3) – 6366

Enciclopédia Visual: As Árvores / Justin Hardy . - Lisboa : Costa do Castelo Filmes, 1997. - 40 m
5 HAR ENC (ES3) – 5072

Atlas das Ciências: plantas medicinais e curativas. - [s.l.] : Marina Editores, 2000. - cd
764 ATL (ES3) – 5354

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Dia da Floresta Autóctone – 23 de novembro

Esta efeméride é celebrada na Península Ibérica, em complemento do Dia Mundial da Floresta que se comemora a 21 de março, data pouco adequada à plantação de espécies autóctones nos países do sul da Europa.
Como dia 23 de novembro vai ser domingo, na nossa Escola o dia foi simbolicamente comemorado por alguns alunos do Curso Profissional de Jardinagem (do Curso Vocacional - ARCITIC e do 8.º ano) nesta semana. Plantámos árvores, no jardim das Escolas e num jardim publico em colaboração com o Município de Pinhel; recebemos na Escola Técnicos da Reserva Natural da Faia Brava que fizeram uma sessão teórica e um workshop com os alunos do 8.º ano e do Curso Vocacional e organizaram-se exposições.
O que é uma espécie autóctone?
O termo autóctone é sinónimo de nativo ou indígena, isto é, diz respeito a seres vivos originários do próprio território onde habitam.

Qual a importância das florestas autóctones?

É hoje reconhecido o papel fundamental que as florestas têm na conservação do solo, na regulação do clima e do ciclo hidrológico, enquanto suporte de biodiversidade, sumidouro de dióxido de carbono e na produção de matérias-primas fundamentais à nossa vida quotidiana.
Em Portugal, grande parte da floresta natural desapareceu ou está muito alterada, sendo já raras algumas das nossas árvores autóctones. As espécies autóctones estão mais adaptadas às condições edáfico-climáticas do território, sendo mais resistentes a pragas, doenças e a períodos longos de estio e chuvas intensas, em comparação com as espécies introduzidas. A importância da preservação das florestas autóctones, devido, ao seu papel conservacionista, à manutenção da fertilidade do espaço rural, manutenção do equilíbrio biológico das paisagens e da diversidade dos recursos genéticos, é reconhecida por diversa legislação nacional e comunitária. O Quercus suber (sobreiro) e o Quercus rotundifolia (azinheira), que representam no seu conjunto, aproximadamente, cerca de 37% da área florestal portuguesa, são protegidas por lei. Sem a devida proteção legal, não se conseguirá travar o desaparecimento desta importante e singular floresta autóctone - os carvalhais portugueses.

Algumas espécies autóctones portuguesas:
- CARVALHO PORTUGUÊS (Quercus faginea);
- AZEVINHO (Ilex aquifolium);
- FREIXO (Fraxinus angustifolia);
- SOBREIRO (Quercus suber);
- AMIEIRO (Alnus glutinosa);
- AZINHEIRA (Quercus rotundifolia);
- PINHEIRO MANSO (Pinus pinea);
- LOUREIRO (Laurus nobilis);
- MEDRONHEIRO (Arbutus unedo).
Desta lista, só o amieiro, por ter o seu habitat nas margens dos cursos de água, não existe no jardim das Escolas de Pinhel.

Através da Resolução n.º 15/2012, aprovada por unanimidade no dia 22 de Dezembro de 2011, a Assembleia da República, classificou o Sobreiro – Quercus suber, como a árvore nacional de Portugal.
“É também símbolo da Alemanha, Estónia e Estados Unidos da América
(sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=36970)

 A Árvore e a Poesia


Oração à Árvore ***
Tu que passas e ergues para mim o teu braço,
Antes que me faças mal, olha-me bem.
Eu sou o calor do teu lar nas noites frias de Inverno.
Eu sou a sombra amiga que tu encontras
Quando caminhas sob o sol de Agosto,
E os meus frutos são a frescura apetitosa
Que te sacia a sede nos caminhos.
Eu sou a trave amiga da tua casa, sou a tábua da tua mesa,
A cama em que tu descansas e o lenho do teu barco.
Eu sou o cabo da tua enxada, a porta da tua morada,
A madeira do teu berço e o conchego do teu caixão.
Eu sou o pão da bondade e a flor da beleza.
Tu que passas, olha-me bem e ... não me faças mal”.
*** Albano Q. Mira Saraiva (1913) in Castanea uma dádiva dos deuses de Jorge Lage

Professor Gastão Antunes


Alguns exemplos de trabalhos elaborados e expostos pelos alunos do Curso Vocacional





segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Dia da Floresta Autóctone - 23 de novembro

A biblioteca da Escola Secundária recebeu os alunos do Curso de Proteção Civil, acompanhados pela docente Catarina Flor. Neste Dia da Floresta Autóctone os alunos estão a distribuir plantas autóctones aos professores e aos alunos do nosso Agrupamento (castanheiros, medronheiros, entre outras plantas). 


Neste blog do Agrupamento pode consultar mais informação sobre a "Floresta Autóctone", clicando na seguinte ligação (ou clique na imagem): https://secundaria-pinhel.blogspot.com/search?q=aut%C3%B3ctone

 

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Dia da Floresta Autóctone - 23 de Novembro

Celebra-se no dia 23 de Novembro o Dia da Floresta Autóctone. O Agrupamento de Escolas de Pinhel com a colaboração de Município de Pinhel aderiu à comemoração com a plantação de Carvalhos Portugueses.

Este dia foi estabelecido para divulgar a importância da conservação das florestas naturais, apresentando-se simultaneamente como um dia mais adaptado às condições climatéricas de Portugal, para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, em alternativa ao Dia Mundial da Floresta – 21 de Março, que foi criado, inicialmente para os países do Norte da Europa.

No intuito de contribuir para a preservação e expansão das nossas espécies autóctones, cada um de nós pode recolher algumas sementes, fazendo-as germinar e plantando-as de seguida. Desta forma, faremos com que a Floresta constitua um espaço de salvaguarda da nossa biodiversidade.

Algumas Espécies Autóctones
Espécies de folha caduca

Nome Vulgar: Carvalho Negral / Nome Científico: Quercus pyrenaica
Condições: Espécie robusta que aprecia atmosfera e solos húmidos, embora possa viver em condições mais desfavoráveis como acontece na nossa região, onde os verões são bastantes
ecos.
Altura: até 25 metros / Fruto: Bolota
Utilizações: Lenha, carvão e produção florestal em talhadia, aplicada em tanoaria, marcenaria e em pavimentos (tacos ou soalho). O seu fruto e folhagem podem ser utilizados na alimentação dos animais.
Curiosidades: Em reacção à picada de insectos, forma nos seus raminhos as bogalhas, que alojam os ovos dos insectos.

Nome vulgar: Carvalho alvarinho / Nome científico: Quercus robur
Condições: Espécie bem adaptada aos climas temperados húmidos, que apresenta grande resistência ao frio. Prefere os terrenos siliciosos, argilosos frescos e húmidos, ricos em nutrientes.
Altura: até 40 metros / Fruto: Bolota
Utilizações: Mobiliário, barris, construção naval, ferramentas, artesanato, construção de casas e produção de carvão. As bolotas servem de alimento para animais. Esta espécie é também utilizada como árvore de sombra em muitos parques e jardins.


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"Eis o pai da mintanha, o bíblico Moisés Vegetal!
Falou com Deus também,
E debaixo dos seus pés, inominada, tem
A lei da vida em pedra natural

Forte como um destino
Calmo como um pastor,
E sempre pontual e matutino
A receber o frio e o calor!

Barbas, rugas e veias
De gigante.
Mas, sobretudo, braços!
Longos e negros desmedidos traços,
Gestos solenes duma fé constante...

Folhas verdes à volta do desejo
Que amadurece.
E nos olha a prece
Da eternidade
Eis o pai da montanha, o fálico pagão
Que se veste de neve e guarda a mocidade
No coração!"

Miguel Torga (1951), a um Carvalho


segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Dia da Floresta Autóctone – 23 de novembro

No dia 23 de novembro, comemora-se o Dia da Floresta Autóctone. Para assinalar o dia, os alunos do Curso profissional de Técnico de Proteção Civil construíram um sobreiro e pretendem enchê-lo de rolhas de cortiça, fazendo a reciclagem das mesmas.

Com o objetivo de preservar a nossa floresta, reciclando, apelamos à vossa participação e colaboração.

Vem conhecer o nosso sobreiro, ajuda-nos a enchê-lo com as tuas rolhas e contribui para uma floresta mais saudável.

O TEU CONTRIBUTO É IMPORTANTE!

Texto: prof. Catarina Flor

PALESTRA: “FLORESTA AUTÓCTONE”

DIA- 24 de novembro

Palestrantes: ICNF- Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas- Guarda

Público alvo: Alunos dos cursos profissionais de Proteção Civil e Multimédia

9h45 - 10h30 - Palestra no auditório

10h30 – Intervalo

10h50 - Encontro no auditório - Segue-se a plantação de uma árvore nos  espaços verdes da escola.

Texto: prof. Ana Maria Pinto Pereira Lourenço, Coordenadora 

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O dia 23 de Novembro é o Dia da Floresta Autóctone

Foto do sítio "Flora Bética", AQUI.

Autóctone significa indígena, ou seja, natural da própria região. Uma floresta autóctone é, assim, um espaço com árvores originárias do próprio território.

O livro Colapso: Ascensão e Queda das Sociedades Humanas, de Jared Diamond (Lisboa: Gradiva, 2008) mostra-nos como algumas sociedades do passado se autodestruíram despois de destruírem as suas florestas originais.

Infelizmente, como mostra o autor, esse fenómeno continua a acontecer no mundo contemporâneo. O capítulo 11 (pág. 392-421), intitulado “uma ilha, dois povos, duas histórias: a República Dominicana e o Haiti”, é, a todos os títulos, sugestivo pois mostra como numa mesma ilha das Caraíbas a floresta marca a linha entre a pobreza extrema e a sustentabilidade. No Portal da Rede de Bibliotecas de Pinhel está disponível um texto sobre o livro Colapso… (CLIQUE AQUI).

Na Escola Secundária/3 de Pinhel serão plantados quatro carvalhos nativos das beiras (Quercus pyrenaica) e uma sementeira de Zelha (Acer monspessulanum) natural da Península Ibérica e que na região só se encontra no Bogalhal Velho.

Outros recursos disponíveis:

- Portal da Rede de Bibliotecas de Pinhel (CLIQUE AQUI).

- Blog do Agrupamento de Escolas de Pinhel (CLIQUE AQUI).

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Dia da Floresta Autóctone





A Escola Básica do 1º Ciclo de Pinhel, em colaboração com o Município de Pinhel, aderiu à comemoração do “Dia da Floresta Autóctone” com a plantação de árvores características da nossa floresta.
No dia 23 de Novembro, durante a tarde, os alunos festejaram o dia plantando quatro árvores (uma por cada ano de escolaridade) no recinto escolar.
Este dia foi estabelecido para divulgar a importância da conservação das florestas naturais, apresentando-se simultaneamente como um dia mais adaptado às condições climatéricas de Portugal, para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, em alternativa ao Dia Mundial da Floresta – 21 de Março, que foi criado, inicialmente para os países do Norte da Europa.
Os alunos escavaram uma pequena poça, plantaram as árvores e regaram-nas, havendo grande participação e interesse da parte dos mesmos.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Estudo sobre a Biodiversidade na Nossa Escola

No âmbito do desafio “A Biodiversidade na Nossa Escola”, os alunos do 6.º ano desenvolveram uma atividade interdisciplinar em parceria com a disciplina de OC6, Ciências Naturais e o programa Eco-Escolas, promovendo o contacto direto com a natureza e o conhecimento da flora existente no exterior da nossa escola.

Cada aluno do 6º ano ficou responsável pela observação de uma planta, árvore ou arbusto presente no espaço escolar, elaborando um caderno de campo onde registou as suas características, curiosidades e a sua importância para o mundo vivo. Este trabalho permitiu uma aprendizagem prática, criativa e contextualizada, incentivando a investigação, valorização e conservação do património natural envolvente no nosso pátio escolar.

Durante a exposição oral dos seus projetos, os alunos destacaram processos essenciais como a fotossíntese, fundamental para a produção de oxigénio e para a base das cadeias alimentares, e a transpiração das plantas, que contribui para o equilíbrio do ciclo da água e para a regulação do clima. Foram ainda exploradas as substâncias de reserva das plantas, comprovando a sua importância como fonte de alimento para diversos seres vivos.

A atividade revelou-se um momento de partilha de conhecimentos e de sensibilização ambiental, onde os alunos demonstraram grande empenho e consciência ecológica. Foi também enaltecida a relevância da floresta autóctone, destacando o seu papel na preservação da biodiversidade, na proteção dos solos e na manutenção dos ecossistemas.

Este desafio constituiu mais um passo importante na formação de cidadãos responsáveis e conscientes da necessidade de proteger e valorizar a natureza, reforçando a ligação entre a escola e o meio ambiente.

Texto e fotos: professoras Sandra Pinto e Teresa Alves

Publicação: biblioteca escolar